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SISTEMA
OPERACIONAL DE DISCO ( D.O.S.)
Para que um computador funcione e comunique-se com o
usuário, é indispensável
a existência
de um
programa que
permita a operacionalização do equipamento e o uso dos
softwares nele
existentes. Este programa é chamado de Sistema
Operacional. No caso específico dos
microcomputadores‚ chamado de Sistema Operacional de
Disco (D.O.S.).
O QUE É O
D.O.S. ?
É um grupo de programas de comandos que administram
os recursos
do computador e de outros programas nele utilizados. Os
sistemas mais utilizados são o MS/DOS 5.0, MS/DOS
6.2, MS/DOS 6.22 e o DR/DOS 6.0. Existem
outros.
Recentemente foi lançado o MS/DOS 6.22. O nome advém
do fato de que os
computadores que utilizaremos trabalham
com unidades
de disco para entrada e saída
de informações
do computador.
São nestes discos, que serão gravadas e acessadas
as informações com
as quais trabalharemos no computador. Estas
unidades são
meios (mídia) do
tipo magnético
compostas de
disquetes (discos
flexíveis com
reduzida
capacidade de memória)
e/ou "winchesters" (discos rígidos com
grande capacidade de memória ).
Para que os comandos do D.O.S.
possam ser
reconhecidos pelo
computador, existe um programa interpretador de
comandos que
é indispensável para o funcionamento do D.O.S. é
o COMMAND.COM.
GRAVANDO
INFORMAÇÕES NO DISCO
Quando adquirimos um disco rígido ou um disquete,
estes vêm no formato virgem, de forma que não
conseguiremos gravar
qualquer informação nestes discos sem antes
prepará-los adequadamente.
Este processo chama-se FORMATAÇÃO e é realizado
pelo próprio
sistema operacional D.O.S.. A formatação é uma divisão
eletrônica do espaço físico do disco, em trilhas,
setores e bytes para que este receba informações
posteriormente. Aqui vamos nos referir à formatação de
disquetes, visto que a formatação de discos rígidos é
um processo mais complexo e que exige um conhecimento
maior, assim como o utilitário apropriado do sistema
operacional. Somente após estarem
formatados podemos
gravar informações nos discos.
Estas informações são gravadas sob a forma de
arquivos. Arquivos
são coleções de instruções ou dados relacionados,
armazenados em
disco. Ao gravarmos
um arquivo
precisamos determinar-lhe
um nome, que é chamado nome-de-arquivo (nomearq).
Existem regras para isto.
Um nome de arquivo pode ser qualquer palavra ou
expressão de 1 a 8 caracteres (letras, números ou símbolos)
e uma extensão
(.ext) de nome de arquivo de 0 a 3 caracteres, separados
do nome-de-arquivo por um ponto (.).
Ex.:command.com
trip.doc
autoexec.bat
Existem alguns símbolos que não podem
ser usados
em nomes
de arquivos:
^ * = +
[ ] ; : . , / \ ? ! { } < > ` ' "
Existem
também, extensões de nome arquivo, padronizadas:
.$$$ - arquivo temporário.
.TMP - arquivo temporário.
.BAK - cópia reserva de arquivo.
.BAS - arquivos em linguagem BASIC.
.PAS - arquivos em linguagem PASCAL.
.PRG - arquivos de rotina em linguagem texto.
.COM
- arquivos compiláveis.
.EXE - arquivos executáveis.
.PRN - arquivos com rotinas de drivers de impressão.
.SYS - arquivos com informações de sistema.
.TXT
- arquivo texto.
.BAT
- arquivo com rotina autoexecutável (batch file).
CARACTERES
GLOBAIS
Quando nos utilizarmos dos comandos do D.O.S. ou
mesmo durante a
execução de um programa poderemos
utilizar dois
caracteres do
teclado que junto a um nome de
arquivo, são
reconhecidos pelo
sistema operacional de forma padrão. São chamados
de caracteres
globais ou wildcards e são utilizados para uma maior
amplitude de alcance dos comandos. São eles: o <?>
e o <*>.
- o [?] -
compara caracteres substituindo-os um a um. Por exemplo se
tivermos 4 arquivos com os seguintes nomes e desejarmos
apagar os 3 primeiros :
aula.doc
aula1.doc
aula20.doc.
aula300.doc
Podemos
apagá-los um a um. Ou podemos apagá-los de uma só vez
com o caracter [?]
da seguinte forma:
del
aula??.doc. Este
comando permitir apagar
qualquer arquivo
com a extensão .Doc desde que
tenha o
nome aula
ou inicie pelo nome aula e
tenha um máximo
de 6
caracteres. O
exemplo aula300.Doc
não será
apagado, pois tem sete caracteres.
- o [*]
- significa
tudo. Usando
o exemplo
acima poderíamos apagar os 4 arquivos da seguinte forma:
del *.doc. Apagaria qualquer arquivo com a extensão
.Doc .
Atenção
!!! É
necessário bastante cuidado no uso destes caracteres,
principalmente quando estivermos apagando informações do
computador. Quanto mais amplo for o alcance do comando,
maior a possibilidade de cometermos erros e apagarmos
coisas que
não desejamos eliminar.
PROGRAMAS
UTILITÁRIOS DO D.O.S.
São programas de
comandos que executam funções para facilitar o
trabalho com os discos.
Existem dois
tipos de
comandos no
sistema operacional.
Os comandos internos
e os externos.
Comandos
Internos
- são comandos que por serem
usados com maior
freqüência,
são inerentes
ao sistema, sendo carregados na memória toda vez
que o sistema operacional é
carregado. Fazem parte do COMMAND.COM.
Ex.:
DIR, COPY, DEL, PROMPT, MD, CD, RD, PATH e outros.
Comandos Externos
- são comandos usados com
menor freqüência e que por isso tem que ser
carregados em R.A.M. toda
vez que
for necessária sua utilização.
Ex.:
FORMAT, DISKCOPY, BACKUP.
Sintaxe -
é a maneira correta de escrever um comando.
Nesta apostila, usaremos a seguinte notação
para descrevermos
sintaxe dos comandos do D.O.S. :
Ex.: COMANDO [drive:][nomearq.ext][/parametros]
COMANDO
- que será o nome do comando em questão.
[drive:]
- que representará a unidade de drive A:, B:, C:.
[nomearq.ext]
- nome do arquivo e extensão (quando houver)
[/parâmetros]
- parametros, normalmente, opcionais dos comandos.
COMANDOS DO
SISTEMA OPERACIONAL
OBS.: Os
comandos precedidos de asterisco (*)
são da versão 6.0 ou superior.
COMMAND.COM -
é o processador de comandos do D.O.S.. Toda vez que
ligamos o computador ele carregado
na memória e permite que possamos trabalhar com o sistema. É
nele que estão contidos os comandos internos do D.O.S..
DIR -
dispõe no vídeo o conteúdo do diretório de um disco.
Sintaxe : DIR
[drive:][/p][/w][/2]
[/p] -
faz uma pausa à cada tela.
[/w]
- divide o diretório em cinco colunas de informação.
[/2] -
divide o diretório em duas colunas de informação.
Ex.: DIR A:
O volume da unidade A é ESCOLA
diretório de A:\
COMMAND
COM
38371 20/04/89
12:00
FORMAT
COM 23211
20/04/89
12:00
DISKCOPY
COM
10556 20/04/89
12:00
DISKCOMP
COM 9985
20/04/89
12:00
CHKDSK
COM 18315
20/04/89
12:00
LABEL
COM 4540
20/04/89
12:00
SYS
COM
11648 20/04/89
12:00
AUTOEXEC
BAT 422
12/04/92
17:15
CLOCK
EXE 1536
01/01/86
0:10
SCAN
EXE
51870 07/10/91
15:44
CLEAN
EXE
68283 04/10/91
21:36
VIRLIST
TXT 6974
17/07/90
17:49
12 Arquivo(s)
39936 bytes livres
Exercício : Digite : Dir/w
<enter>
Dir/p <enter>
Dir *.exe <enter>
Observe o resultado na tela e analise o que
aconteceu.
FORMAT.COM - é o
formatador de
discos do
D.O.S.. Ou
seja, estabelece marcos eletrônicos que
determinam a divisão
do disco em trilhas, setores e capacidade de
bytes, de
forma
que este possa ser reconhecido pelo sistema
operacional e então receber
e transmitir
informações.
Sintaxe
: FORMAT [drive:][/4][/s]
[/4]
- formata um disco de 360 Kb em um drive de 1,2 Mb.
[/s]
- formata um disco transferindo para este o D.O.S.
Para formatarmos um disquete seguimos
os seguintes passos :
Trabalhando
com Winchester
:
- Ligue o computador e aguarde aparecer o prompt
C:\>
- Digite FORMAT tecle um espaço + a letra do drive
onde estar o disco a ser formatado, no caso a letra A seguida
de
dois pontos. Ficará assim :
- C:\>format a:
Tecle ENTER. Aparecerá a seguinte mensagem:
Insert target disk in drive A:
and press ENTER when ready...
_ percent of format concluded - 0 a 100 porcento.
format
concluded
Pergunta se quer dar um nome (VOL) ao diretório.
O D.O.S. apresenta uma estatística da formatação.
Pergunta se deseja formatar outro disco :
format another disk?(Y/N)
Caso responda Sim (Y), basta colocar o disquete no
drive e teclar ENTER, o processo se repetirá. Se
responder Não (N), o
processo será
encerrado.
Trabalhando com
dois disquetes :
- Ligue o computador, coloque um disquete com o
D.O.S. no drive
A: e aguarde aparecer o prompt a:\>
- Digite FORMAT e tecle um espaço + a letra do drive
onde estar o
disco a ser formatado, no caso a letra B seguida
de dois
pontos. Ficará assim :
-
A:/>format b:
Tecle
ENTER e o restante do processo será idêntico ao descrito
anteriormente.
DISKCOPY.COM -
permite fazer uma cópia integral de um disquete para
outro formatando o disquete destino ou
apagando-o caso
já tenha algo gravado, e copiando todo o conteúdo
o disco de origem para o de destino:
Sintaxe
: DISKCOPY [drive-origem:] [drive-destino:]
Ex.: para realizar uma cópia integral, utilizando o
drive A:
Coloque o disquete que
contém as
informações que deseja copiar no drive A: e
digite:
DISKCOPY A: A:
Vai aparecer a seguinte mensagem:
Insira o disco de origem no drive A:
e pressione qualquer tecla para continuar.......
<tecle
enter>
Vai aparecer a seguinte mensagem:
Lendo do disco de origem... <aguarde
pela próxima mensagem>
Quando aparecer a seguinte mensagem :
Insira o
disco de destino no drive A:
e pressione qualquer tecla para continuar....... <tecle enter>
Coloque o disco de destino ,tecle algo e aguarde
Aparecerá a seguinte mensagem:
Gravando para o disco de destino
Ao termino da cópia aparecerá a seguinte
mensagem:
Você deseja gravar outra cópia deste arquivo
(S/N)?
Se você pressionar (S) o processo de cópia se
repetirá (não pedindo mais disco de origem).
Se você pressionar (N), aparecerá a seguinte
mensagem:
Copiar outro disco (S/N)?
Se
você pressionar (S) o precesso de cópia é recomeçado
pedindo para você colocar
outro disco
de origem.
SE você pressionar (N), o processo é
interrompido.
OBS.: Durante o processo de cópia, o D.O.S. pode pedir para colocar
o disco de origem e o disco
de destino
mais de uma vez.
DISKCOMP.COM
- permite comparar uma cópia de disco feita utilizando o
DISKCOPY com o disco original, para verificar a qualidade
da cópia. A maneira de
utilização
é semelhante à do DISKCOPY.
Sintaxe
: DISKCOMP [drive-origem:] [drive-destino:]
Ex.: para comparar
uma cópia integral, utilizando o drive A:
DISKCOMP A: A:
CHKDSK.COM -
permite checar a memória de um disco, relacionando
o espaço ocupado, espaço livre e a capacidade
total do disco, além de possíveis setores ruins.
Sintaxe : CHKDSK [drive:][/f]
[/f] -
restaurar arquivos
com problemas.
Ex.: Um
disquete com as seguintes características:
diretório de A:/
LOTUS
ARC 269135
04/04/91
0:55
123
SET
32935 25/09/85
1:23
COPYHARD COM
40112 25/09/85 1:23
3 Arquivo (s)
18432 bytes livres
Vamos checar a situação deste disquete através do
CHKDSK:
CHKDSK A:
Neste caso aparecer
o seguinte na tela do micro:
362496 bytes de espaço total em disco
344064 bytes em 3 arquivo(s) de usuário
18432 bytes livres no disco
1024 bytes em cada unidade de alocação
354 unidades de alocação total no disco
18 unidades de alocação disponíveis no disco
653312
bytes de memória total
578768 bytes livres
Exercício : Digite CHKDSK C: <enter> e analise
o resultado.
Coloque um disquete em A: e digite CHKDSK A:
compare com o resultado de C:
LABEL.COM - permite que você crie, modifique ou apague o
volume (nome) de um disco. O
volume de um disco
pode ter
até 11
caracteres ou nenhum.
Sintaxe
: LABEL [drive:][nome do disco]
Ex.: Mudar o volume de um disco chamado AULA para
ESCOLA, em A:
LABEL A:ESCOLA
VOL
- permite checar o volume de um disco.
Sintaxe : VOL [drive:]
Ex.: VOL A:
Aparecerá a mensagem:
Volume in drive A is ESCOLA.
TREE.COM - este comando permite visualizar o caminho dos
diretórios de um disco de forma
hierárquica.
Sintaxe : TREE [drive:][/a/f]
[/a]
- dispõe uma representação gráfica dos diretórios.
[/f]
- lista os arquivos por diretório.
Ex.:
TREE C:
Ex.: TREE/a
Ex.: TREE/f
DEL
- remove um ou mais arquivos
especificados
de um
diretório. A
especificação pode ser
de um arquivo
em particular ou de um grupo de arquivos,
utilizando-se os caracteres globais [*][?].
ATENÇÃO:
o comando DEL deve
ser usado com muito cuidado !!!
Sintaxe
: DEL [drive:][nomearq.ext]
Ex.: DEL A:SCAN.EXE (Apaga o arquivo do drive “A”
com o nome de scan.exe)
DEL A:*.* (Apagará todos os arquivos do drive
“A”)
DEL A:*.BAT (Apagará todos os arquivo do drive
“A” com a extenção .BAT)
UNDELETE
- Recupera arquivos que foram excluídos com o comando
DEL.
Sintaxe:
UNDELETE [caminho] (especifica que o undelete deve
recuperar todos os arquivos do diretório especificado,
emitindo aviso de confirmação).
UNDELETE [unidade:][caminho] (especifica que o
undelete deve recuperar todos os
arquivos do drive e diretório especificado).
UNDELETE [unidade:] (especifica que o undelete deve
recuperar todos os arquivos do drive especificado).
UNDELETE C:\*.BAT /ALL (especifica que o undelete
deve recuperar todos os arquivos de extensão .bat do
diretório principal da unidade C, sem emitir aviso
solicitando a confirmação de cada arquivo).
Parâmetros: [unidade:][caminho]nome-de-arquivo (especifica a localização
e o nome do arquivo ou conjunto de arquivos a serem
recuperados).
Opções: /LIST (lista os arquivos excluídos
passiveis de recuperação, mas não os recupera).
/ALL (recupera
os arquivos excluídos sem emitir aviso solicitando a
confirmação de cada arquivo. Se ja houver um
nome-de-arquivo duplicado, esta opção tentará, em
seguida, cada um dos caracteres a seguir, na ordem
listada, até que o resultado seja um nome de arquivo único:
#%&0123456789abcdefghijklmnopqrstuvwxyz.
OBS.: As sintaxe e opções aqui descritas são as mais utilizadas.
Ex.: Recuperar os arquivos excluídos do diretório TEMP.
UNDELETE Temp
UNDELETE C:\Temp
C:\Temp>UNDELETE
* DELTREE
- Apagará
um diretório e todo o seu conteúdo (Arquivos e subdiretórios.)
Sintaxe:
DELTREE C: \paula
Aparecerá a seguinte mensagem:
Excluir diretório “c:\paula” e todos os seus
subdiretórios?[S/N]
Se você pressionar (S), apagará todo o diretório,
seus arquivos e subdiretórios.
Se você pressionar (N), o precesso será
interrompido.
COPY
- a principal função de COPY é copiar um ou mais
arquivos para outro diretório no mesmo disco ou para
outro disco.
Sintaxe
: COPY [driveorigem:][nomearq.ext] [drivedestino:]
onde :
[driveorigem] é a letra do drive
( A:,
B:, ou
C:) onde se encontra o arquivo
que você deseja copiar.
[nomerq.ext] é o nome do arquivo que você deseja copiar.
[drivedestino] é o drive para o qual você deseja copiar o arquivo escolhido.
Veja os exemplos abaixo :
Ex.: Copiar o
arquivo VIRLIST.TXT do drive A: para o drive C:
COPY A:VIRLIST.TXT C:
Ex.: Copiar o
arquivo CLEAN.EXE do drive
A: para
o drive
C: trocando o nome para LIMPA.EXE.
COPY A:CLEAN.EXE C:LIMPA.EXE
RENAME - [REN]
- permite que se mude o nome de um arquivo ou
que se
movam arquivos
de um
diretório para outro.
Sintaxe para
renomear:
REN [drive:][nomevelho.ext] [nomenovo.ext]
onde :
[nomevelho.ext] é o nome atual do arquivo que você
deseja renomear.
[nomenovo.ext] é o novo nome que você deseja
atribuir ao arquivo
em questão.
Ex.: Mudar o
nome do arquivo aula.doc para turma.txt no drive A:
REN A:AULA.DOC TURMA.TXT
Ex.: Mudar o
nome do arquivo olho.prg para boca.prg no drive em uso.
REN
OLHO.PRG BOCA.PRG
Sintaxe para
mover arquivos :
REN
[drive:][\diretório1\nomerq.ext] [drive:][\diretório2]
onde :
[drive:][\diretório1] é o local onde
se encontra(m) o(s) arquivo(s) que você deseja mover
para outro
diretório.
[drive:][\diretório2] é o local para onde você deseja mover o(s)
arquivo(s) escolhidos.
Ex.:
Mover o
arquivo CADTET.DBF do diretório \LOJA do
drive C: para o diretório \TEXTO no
drive C:
REN
C:\LOJA\CADTET.DBF C:\TEXTO
Ex.: Mover todos
os arquivos do diretório \AULA do drive C: para o diretório
\TESTE do drive C:
REN
c:\aula\*.* c:\teste
ATTRIB
- permite que se
estabeleça níveis
de proteção a um arquivo (atributo).
Sintaxe
: ATTRIB [drive:][nomearq.ext][+/-a][+/-r][+/-s][+/-h]
onde :
+
--> coloca o atributo
- -->
retira o atributo
[a]
- marca de atributo.
[r]
- impede que o arquivo seja alterado e visualizado.
[s]
- identifica os arquivos de sistema e impede que sejam
apagados ou alterados.
[h]
- oculta um arquivo de forma a não aparecer no diretório.
Ex.: ATTRIB ibmdos.com +h --> ocultar este
arquivo.
ATTRIB config.sys +r --> impedir a
leitura e a exclusão do arquivo.
* SCANDISK - Analiza e corrige erros em uma unidade de disco.
Funciona em unidades compactadas ou não.
Sintaxe:
Scandisk [unidade:] (analiza a unidade
especificada).
Scandisk [unidade: [unidade: ...]/ALL] [/CHECKONLY
/AUOFIX [/NOSAVE] /CUSTOM][/SURFACE][/MONO][/NOSUMMARY]
(procura erros em
mais de uma unidade).
Scandisk nome-do-volume [/CHECKONLY | /AUTOFIX [/NOSAVE]
| /CUSTOM][/SURFACE] [/MONO] [NOSUMMARY]
(procura
erros em
um arquivo de volume compactado que foi desmontado.
Scandisk /FRAGMENT
[unidade:][caminho]nome-de-arquivo (procura fragmentação
em um
ou vários arquivos.
Scandisk /UNDO [unidade-a-recuperar:] (recupera
correções anteriormente efetuada.
Parâmetros: unidade: (especifica a(s) unidade(s) que você deseja verificar e
corrigir.
nome-do-volume
(especifica o
nome do arquivo
de volume
compactado
que foi
desmontado, o qual você deseja verificar e corrigir.
Ex. H:\DRVSPACE.OOO).
[unidade:][caminho]nome-do-arquivo
(especifica os
arquivos nos
quais você
deseja examinar a fragmentação).
unidade-a-recuperar: (especifica a unidade que contém
o disco de recuperação).
opções
/ALL (verifica e corrige todas as unidades locais).
/AUTOFIX (recupera
danos sem
avizá-lo
antes. Pode
ser usado
com
as
opções /CHECKONLY OU /CUSTOM).
/CHECKONLY (
procura erros em uma unidade, mas não os corrige. Não
usar com as opções /AUTOFIX OU CUSTOM).
/CUSTOM (executa o
Scandisk usando as configurações na
seção [CUSTOM} do
arquivo SCANDISK.INI. Não usa com as opções /AUTOFIX
ou /CHECKONLY.
/MONO (configura o Scandisk para usar uma tela
monocromática).
/NOSAVE (instrui o Scandisk para excluir todos os
grupamentos perdido que
encontrar Pode
ser usado apenas com a opção /AUTOFIX).
/NOSUMMARY (evita que o Scandisk peça disco de
recuperação caso encontre erros
e evita
também que exiba um resumo depois de examinar cada
unidade.)
/SURFACE (executa automaticamente o exame de superfície
depois de verificar
outras áreas
de uma unidade).
Se
o Scandisk encontrar um problema, exibirá uma caixa de diálogo
Problema Encontrado contendo uma breve explicação do
problema e o que acontecerá se você corrigi-lo.
Normalmente estas caixas de diálogo contém os botões
Corrigir, Não Corrigir e Informações.
Se
você executar o Scandisk em uma unidade compactada
montada ou desmontada, este perguntará se pode verificar
a unidade hospedeira (física) primeiramente. Deve-se
permitir esta verificação uma vez que um erro na unidade
hospedeira pode provocar problemas na unidade compactada.
Se
o Scandisk encontrar problemas e você escolher
“Corrigir” , o Scandisk perguntará se você deseja
que ele crie um disco flexível de recuperação que pode
ser utilizado para restaurar o estado anterior do seu
disco. A recuperação só é possível se você não
tiver alterado o seu disco desde que as correções foram
feitas. Para criar um disco de recuperação, insira um
disco na unidade “A” ou “B”, em seguida escolha o
botão “Unidade A” ou “Unidade B” quando a caixa
de diálogo for exibida.
Para
corrigir problemas na unidade “C” digite:< |