Sistema Operacional Dos

INTRODUÇÃO

 

Desde a mais remota antigüidade, o  ser  humano  vem  buscando  e desenvolvendo meios e máquinas para realizar cálculos,  do  mais simples ao mais complexo, com o mínimo de tempo e o máximo de eficiência. Do primitivo cálculo  feito  através de contas e conchas até os realizados hoje,  pelos  supercomputadores,  muito tempo se passou, mas o princípio continua o mesmo: CALCULAR !

Foram nos anos pós-Segunda Guerra Mundial, que com a incorporação das  novas  tecnologias,  então  desenvolvidas,  o   projeto   do computador se tornou realidade.

Surgiu a Primeira Geração de computadores, marcada pelos  grandes e dispendiosos equipamentos, com dezenas de milhares de válvulas, grande consumo de energia e problemas de superaquecimento.  Estes equipamentos  trabalhavam  por  curtos  períodos   de   tempo   e acarretavam grandes  problemas  de  manutenção.  Mesmo  assim  já demonstravam a eficiência do computador em facilitar  o  trabalho humano.

A Segunda Geração de computadores surgiu na década de  50  com  o advento dos transistores. Aumentaram a capacidade de memória e  o tempo de trabalho. O consumo  de  energia  e  o  superaquecimento diminuíram assim como os problemas de manutenção.

Com o desenvolvimento e aperfeiçoamento dos Circuitos  Integrados (CHIP'S) os computadores diminuíram radicalmente de tamanho,  com grande redução do consumo energético e aumento de memória. Era  a terceira geração.

A Quarta Geração, pertencem os equipamentos  que  vamos  utilizar neste  curso.  são  equipamentos  que  utilizam-se  de  Circuitos Integrados V.L.S.I. que ‚ a abreviatura  em  inglês  para  Grande Escala de   Integração de Componentes. São  os   microcomputadores que com seu baixo custo e  reduzido  tamanho  foram  responsáveis pela popularização dos computadores.

 O COMPUTADOR

 O computador é um  equipamento  eletrônico  capaz  de  armazenar informações  (dados)  e  realizar  tarefas para  as  quais   foi previamente instruído (programas). Este processo  de  manipulação de dados ‚ chamado Processamento. É o processamento de dados e a capacidade de manipular diferentes  tipos  de  informações  que diferencia  o  computador  de  outros  equipamentos   eletrônicos semelhantes a ele.

  

Para efeito de classificação podemos dizer que existem 6 tipos de computadores:

- Supercomputadores;

- Computadores de Grande Porte;

- Computadores de Médio Porte;

- Minicomputadores;

- Microcomputadores;

- Computadores portáteis.

 

PERIFÉRICOS  

Para  que  possamos  fornecer  e  receber  dados  do   computador necessitamos acessá-lo através de  equipamentos  externos  a  ele conectados.  Este  equipamentos  externos  recebem  o   nome   de periféricos. É através dos periféricos que nos comunicamos com  o computador. Ex.: teclado, impressora, drive, scanner, mouse, etc.  

MEMÓRIA  

Memória é a capacidade física do computador armazenar programas e dados. É medida em bytes.

A menor unidade de medida de memória de um computador é o bit.  O bit ou impulso básico (basic input) é uma  unidade  do  sistema binário representada pelo algarismo um (1) (ligado) ou o algarismo 0 (desligado). Oito bits formam um byte, que vem a ser a menor unidade de memória do computador. Ou  seja,  um caracter.

Existe  um  padrão  internacional  para  medidas  de  memória  de computadores, onde:

 1024 bytes       =   1 Kbyte (Kylobyte)

 1024 Kbytes    =   1 Mbyte (Megabyte) + de 1 milhão de bytes.

 1024 Mbytes   =   1 Gbyte (Gigabyte) + de 1 bilhão de bytes.  

FUNCIONAMENTO

 O computador funciona basicamente, de duas formas simultâneas. O equipamento (hardware) constituído do   computador  e  seus periféricos, os quais mantém e alimentam a memória. E a  memória, na qual são processados os dados e onde  trabalham  os  programas (software). As  partes  básicas  do  computador  são  denominadas unidades.

 Unidades do computador:

- Unidade de Entrada - teclado, fita magnética, discos, mouse, etc

 - Unidade de Processamento - C.P.U.

 - Unidade de saída - vídeo, impressora, discos, etc.

 - Unidade de memória - E.P.R.O.M.

                                        R.A.M.

 UNIDADE DE ENTRADA

 É por onde inserimos (INPUT) dados no computador.  As  principais são:

 -  teclado;  mouse;  discos;  scanner

 UNIDADE DE PROCESSAMENTO

  

É através desta unidade chamada de  C.P.U.  (  Central  Processor Unit ) ou Unidade Central de  Processamento  que   o computador recebe os dados transmitidos pelas unidades de  entrada,  decodifica-os e os trabalha (processamento). Pode-se dizer  que a C.P.U. é o computador em si.

 UNIDADE DE SAÍDA

 É por onde os dados já processados pelo computador são transmitidos (OUTPUT) ao usuário do sistema. As principais são: 

- vídeo-monitor;

- discos;

- fitas magnéticas;

- impressoras.  

 UNIDADE DE MEMÓRIA 

Aqui  os  dados  recebidos  e  processados  pelo  computador   são   armazenados. Existem duas unidades de  memória: E.P.R.O.M.  -  é  uma  abreviatura  em  inglês  para  Erasable, Programmable Read  Only  Memory  (Memória somente  de Leitura Apagável e Programável). Esta memória como diz o nome ‚  somente para  leitura  dos  dados  nela  gravados  pelo   fabricante   do computador não podendo de modo  geral  apagá-la  ou  modificá-la.

Contém informações para as rotinas básicas  de  funcionamento  do equipamento assim como para detectar eventuais falhas.  

R.A.M. é abreviatura em inglês para  Random  Access  Memory (Memória de Acesso Aleatório ). Esta é a  memória  volátil do computador,  onde  lemos  e  incluímos  informações que nela permanecem somente enquanto o equipamento estiver  ligado.  Sendo necessário que  gravemos  estas  informações para que possamos preservá-las. Este processo de  armazenamento  de           informações  é feito em discos ou fitas magnéticas.  

PROGRAMA 

Programa ‚ uma série de instruções  codificadas  transmitidas  ao computador numa determinada linguagem  de  forma  que  ele  possa interpretá -las e executá-las.

Existem diversas linguagens de programação dentre as mais conhecidas e utilizadas, temos :

 BASIC, COBOL, FORTRAN, CLIPPER, PASCAL , C, JOINER, ADA e outras.

A tendência atual da informática a nível de usuário é a utilização de programas aplicativos, que são  peças de   software usadas para desempenhar  tarefas  específicas  com  o  máximo  de eficiência. São exemplos de aplicativos, os editores  de texto (WORDSTAR, CARTACERTA, REDATOR,  FÁCIL, UNITEXTO, WORDPERFECT,etc.) os editores gráficos (PM, BANNER, DR11,  FLOW, COREL DRAW, PAGE MAKER, etc.), planilhas  de  cálculo  (VISICALC, LOTUS, CALCTEC, QUATTRO PRO, etc.), bancos de dados ( DBASE, OPEN ACCESS, DATAEASE, FOXPRO,  SUPERBASE, etc.), utilitários (NORTON, PCTOOLS, XTREE, etc.) e muitos outros.

 

 

 

SISTEMA OPERACIONAL DE DISCO ( D.O.S.)

 

 

Para que um computador funcione e comunique-se com o  usuário, é indispensável  a  existência  de  um  programa  que permita a operacionalização do equipamento e o uso dos softwares  nele existentes. Este programa é chamado de Sistema Operacional. No caso específico dos microcomputadores‚ chamado de Sistema Operacional de Disco (D.O.S.).

O QUE É O D.O.S. ?  

É um grupo de programas de comandos que administram  os  recursos do computador e de outros programas nele utilizados. Os  sistemas mais utilizados são o MS/DOS 5.0, MS/DOS 6.2, MS/DOS 6.22 e o DR/DOS 6.0. Existem  outros.

Recentemente foi lançado o MS/DOS 6.22. O nome advém  do  fato  de que os computadores que utilizaremos trabalham  com  unidades  de disco para entrada e saída  de  informações  do  computador.  São nestes discos, que serão gravadas e acessadas as informações  com as quais trabalharemos no computador. Estas  unidades  são  meios (mídia) do  tipo  magnético  compostas  de  disquetes  (discos flexíveis  com   reduzida   capacidade de memória)   e/ou "winchesters" (discos rígidos com grande capacidade de memória ).

Para que os comandos  do  D.O.S.  possam  ser  reconhecidos  pelo computador, existe um programa interpretador de  comandos  que  é indispensável para o funcionamento do D.O.S. é o COMMAND.COM. 

GRAVANDO INFORMAÇÕES NO DISCO  

Quando adquirimos um disco rígido ou um disquete, estes vêm no formato virgem, de forma que não conseguiremos  gravar  qualquer informação nestes discos sem antes prepará-los adequadamente.

Este processo chama-se FORMATAÇÃO e é  realizado   pelo   próprio sistema operacional D.O.S.. A formatação é uma divisão eletrônica do espaço físico do disco, em trilhas, setores e bytes para que este receba informações posteriormente. Aqui vamos nos referir à formatação de disquetes, visto que a formatação de discos rígidos é um processo mais complexo e que exige um conhecimento maior, assim como o utilitário apropriado do sistema operacional. Somente  após  estarem  formatados  podemos   gravar informações nos discos.

Estas informações são gravadas sob a forma de arquivos.  Arquivos são coleções de instruções ou dados relacionados, armazenados  em disco. Ao  gravarmos  um  arquivo  precisamos  determinar-lhe  um nome, que é chamado nome-de-arquivo (nomearq).

Existem regras para isto.

Um nome de arquivo pode ser qualquer palavra ou expressão de 1 a 8 caracteres (letras, números ou símbolos) e uma  extensão (.ext) de nome de arquivo de 0 a 3 caracteres, separados do nome-de-arquivo por um ponto (.).

Ex.:command.com

       trip.doc

       autoexec.bat

Existem alguns símbolos que não podem  ser  usados  em  nomes  de arquivos:

 ^ * = +  [ ] ; : . , / \ ? ! { } < > ` ' " 

 Existem também, extensões de nome arquivo, padronizadas: 

 .$$$    - arquivo temporário.

.TMP  - arquivo temporário.

.BAK  - cópia reserva de arquivo.

.BAS  - arquivos em linguagem BASIC.

.PAS  - arquivos em linguagem PASCAL.

.PRG  - arquivos de rotina em linguagem texto.

.COM - arquivos compiláveis.

.EXE  - arquivos executáveis.

.PRN  - arquivos com rotinas de drivers de impressão.

.SYS  - arquivos com informações de sistema.

.TXT - arquivo texto.

.BAT - arquivo com rotina autoexecutável (batch file).

  

CARACTERES GLOBAIS

  

Quando nos utilizarmos dos comandos do D.O.S. ou mesmo durante  a execução de um programa poderemos  utilizar  dois  caracteres  do teclado que junto a um nome de  arquivo,  são  reconhecidos  pelo sistema operacional de forma padrão. São chamados  de  caracteres globais ou wildcards e são utilizados para uma maior amplitude de alcance dos comandos. São eles: o <?> e o <*>.

- o [?] - compara caracteres substituindo-os um a um. Por exemplo se tivermos 4 arquivos com os seguintes nomes e desejarmos apagar os 3 primeiros :

aula.doc

aula1.doc

aula20.doc.

aula300.doc

 Podemos apagá-los um a um. Ou podemos apagá-los de uma só vez com o caracter [?] da seguinte forma: 

del aula??.doc.  Este comando permitir  apagar  qualquer  arquivo com a extensão .Doc desde que  tenha  o  nome  aula ou inicie pelo nome aula e  tenha  um   máximo  de  6  caracteres.  O  exemplo  aula300.Doc  não   será apagado, pois tem sete caracteres. 

 - o [*]  -  significa  tudo.  Usando  o  exemplo acima poderíamos apagar os 4 arquivos da seguinte forma:

del *.doc. Apagaria qualquer arquivo com a extensão .Doc .   

Atenção  !!!  É necessário bastante cuidado no uso destes caracteres, principalmente quando estivermos apagando informações do computador. Quanto mais amplo for o alcance do comando,  maior a possibilidade de cometermos erros e apagarmos  coisas  que  não desejamos eliminar.  

PROGRAMAS UTILITÁRIOS DO D.O.S.  

São programas de  comandos que executam funções para facilitar o trabalho com os discos.

Existem  dois  tipos  de  comandos  no  sistema  operacional. Os comandos internos e os externos. 

Comandos Internos - são comandos que por serem  usados   com   maior  freqüência,  são inerentes  ao sistema, sendo carregados na memória toda vez que o  sistema  operacional  é carregado. Fazem parte do COMMAND.COM.

Ex.: DIR, COPY, DEL, PROMPT, MD, CD, RD, PATH e outros. 

Comandos Externos - são comandos usados com  menor  freqüência e que por isso tem que ser                         carregados em R.A.M. toda  vez  que  for necessária sua utilização.

Ex.: FORMAT, DISKCOPY, BACKUP. 

Sintaxe - é a maneira correta de escrever um comando. 

Nesta apostila, usaremos a  seguinte  notação  para  descrevermos sintaxe dos comandos do D.O.S. : 

Ex.: COMANDO [drive:][nomearq.ext][/parametros] 

COMANDO - que será o nome do comando em questão. 

[drive:] - que representará a unidade de drive A:, B:, C:. 

[nomearq.ext] - nome do arquivo e extensão (quando houver) 

[/parâmetros] - parametros, normalmente, opcionais dos comandos.  

COMANDOS DO SISTEMA OPERACIONAL 

OBS.: Os comandos precedidos de asterisco (*) são da versão 6.0 ou superior. 

COMMAND.COM - é o processador de comandos do D.O.S.. Toda vez que ligamos o computador ele carregado  na  memória e permite que possamos trabalhar com o sistema. É nele que estão contidos os comandos internos do D.O.S.. 

DIR - dispõe no vídeo o conteúdo do diretório de um disco. 

Sintaxe : DIR  [drive:][/p][/w][/2] 

[/p] - faz uma pausa à cada tela.

[/w] - divide o diretório em cinco colunas de informação.

[/2] - divide o diretório em duas colunas de informação. 

Ex.: DIR A: 

O volume da unidade A é ESCOLA

diretório de A:\

COMMAND    COM      38371  20/04/89   12:00

FORMAT         COM      23211  20/04/89   12:00

DISKCOPY      COM      10556  20/04/89   12:00

DISKCOMP      COM       9985  20/04/89   12:00

CHKDSK          COM     18315  20/04/89   12:00

LABEL             COM        4540  20/04/89   12:00

SYS                  COM      11648  20/04/89   12:00

AUTOEXEC     BAT          422  12/04/92   17:15

CLOCK             EXE        1536  01/01/86     0:10

SCAN                EXE      51870  07/10/91   15:44

CLEAN             EXE       68283  04/10/91   21:36

VIRLIST           TXT         6974  17/07/90   17:49

12 Arquivo(s)                   39936 bytes livres 

Exercício : Digite :     Dir/w  <enter>

                                  Dir/p  <enter>

                                  Dir  *.exe <enter> 

Observe o resultado na tela e analise o que aconteceu. 

FORMAT.COM - é  o formatador  de  discos  do  D.O.S..  Ou  seja, estabelece marcos eletrônicos que                         determinam a divisão  do  disco em trilhas, setores e capacidade de   bytes,  de  forma                         que este possa ser reconhecido pelo sistema operacional e então receber   e  transmitir informações. 

Sintaxe : FORMAT [drive:][/4][/s] 

[/4] - formata um disco de 360 Kb em um drive de 1,2 Mb.

[/s] - formata um disco transferindo para este o D.O.S.

 

Para formatarmos um disquete seguimos  os seguintes passos :

Trabalhando com Winchester : 

- Ligue o computador e aguarde aparecer o prompt C:\>

- Digite FORMAT tecle um espaço + a letra do drive onde  estar  o disco a ser formatado, no caso a letra A seguida  de     dois pontos. Ficará assim :

- C:\>format a: 

Tecle ENTER. Aparecerá a seguinte mensagem: 

Insert target disk in drive A:

and press ENTER when ready...

_ percent of format concluded - 0 a 100 porcento. 

format concluded 

Pergunta se quer dar um nome (VOL) ao diretório.

O D.O.S. apresenta uma estatística da formatação.

Pergunta se deseja formatar outro disco : 

format another disk?(Y/N) 

Caso responda Sim (Y), basta colocar o disquete no drive e teclar ENTER, o processo se repetirá. Se responder Não (N),  o  processo será  encerrado.

Trabalhando com dois disquetes : 

- Ligue o computador, coloque um disquete com o D.O.S. no   drive A: e aguarde aparecer o prompt a:\>  

- Digite FORMAT e tecle um espaço + a letra do drive onde  estar o disco a ser formatado, no caso a letra B seguida  de  dois pontos. Ficará assim :

 - A:/>format b:

 Tecle ENTER e o restante do processo será idêntico ao descrito anteriormente. 

DISKCOPY.COM - permite fazer uma cópia integral de um disquete para outro formatando o disquete destino ou  apagando-o caso  já tenha algo gravado, e copiando todo o conteúdo o disco de origem para o de destino: 

Sintaxe : DISKCOPY [drive-origem:] [drive-destino:] 

Ex.: para realizar uma cópia integral, utilizando o drive A: 

            Coloque o disquete que  contém  as  informações que deseja copiar no drive A: e digite:

             DISKCOPY A: A:

 

            Vai aparecer a seguinte mensagem: 

            Insira o disco de origem no drive A:

            e pressione qualquer tecla para continuar.......    <tecle enter> 

            Vai aparecer a seguinte mensagem:

            Lendo do disco de origem... <aguarde pela próxima mensagem> 

            Quando aparecer a seguinte mensagem : 

            Insira o disco de destino no drive A:

            e pressione qualquer tecla para continuar.......    <tecle enter> 

            Coloque o disco de destino ,tecle algo e aguarde 

            Aparecerá a seguinte mensagem: 

            Gravando para o disco de destino 

            Ao termino da cópia aparecerá a seguinte mensagem: 

            Você deseja gravar outra cópia deste arquivo (S/N)? 

            Se você pressionar (S) o processo de cópia se repetirá (não pedindo mais disco de origem).

            Se você pressionar (N), aparecerá a seguinte mensagem: 

            Copiar outro disco (S/N)? 

            Se você pressionar (S) o precesso de cópia é recomeçado pedindo para você colocar  outro  disco              de  origem.

            SE você pressionar (N), o processo é interrompido. 

            OBS.: Durante o processo de cópia, o D.O.S. pode pedir para colocar o disco de origem e o disco  de  destino mais de uma vez.  

DISKCOMP.COM - permite comparar uma cópia de disco feita utilizando o DISKCOPY com o disco original, para verificar a qualidade da cópia. A maneira de   utilização   é semelhante à do DISKCOPY. 

Sintaxe : DISKCOMP [drive-origem:] [drive-destino:] 

Ex.: para comparar  uma cópia integral, utilizando o drive A: 

             DISKCOMP A: A: 

CHKDSK.COM   -  permite checar a memória de um disco, relacionando o espaço ocupado, espaço livre e a capacidade  total do disco, além de possíveis setores ruins. 

Sintaxe : CHKDSK [drive:][/f]

[/f] - restaurar  arquivos com problemas. 

Ex.:  Um disquete com as seguintes características: 

diretório de A:/ 

LOTUS            ARC        269135   04/04/91      0:55

123                   SET          32935   25/09/85      1:23

COPYHARD  COM          40112   25/09/85      1:23

3 Arquivo (s)                   18432 bytes livres

Vamos checar a situação deste disquete através do CHKDSK: 

CHKDSK A: 

Neste caso aparecer  o seguinte na tela do micro: 

362496 bytes de espaço total em disco

344064 bytes em 3 arquivo(s) de usuário

18432 bytes livres no disco

1024 bytes em cada unidade de alocação

354 unidades de alocação total no disco

18 unidades de alocação disponíveis no disco 

 653312 bytes de memória total

578768 bytes livres 

Exercício : Digite CHKDSK C: <enter> e analise o resultado. 

             Coloque um disquete em A: e digite CHKDSK A:  compare com o resultado de C: 

LABEL.COM - permite que você crie, modifique ou apague o  volume (nome) de um disco. O                         volume de um disco  pode  ter  até  11 caracteres ou nenhum.

Sintaxe : LABEL [drive:][nome do disco] 

Ex.: Mudar o volume de um disco chamado AULA para ESCOLA, em A: 

LABEL A:ESCOLA 

VOL - permite checar o volume de um disco. 

Sintaxe : VOL [drive:] 

 Ex.: VOL A:

                         Aparecerá a mensagem:

Volume in drive A is ESCOLA. 

TREE.COM - este comando permite visualizar o caminho dos diretórios de um disco de forma                                        hierárquica. 

Sintaxe : TREE [drive:][/a/f] 

[/a] - dispõe uma representação gráfica dos diretórios.

[/f] - lista os arquivos por diretório. 

Ex.: TREE C:

Ex.: TREE/a 

Ex.: TREE/f 

DEL - remove um ou mais  arquivos  especificados  de  um  diretório.  A  especificação  pode  ser  de um  arquivo  em particular ou de um grupo de arquivos, utilizando-se os caracteres globais [*][?].

ATENÇÃO: o comando DEL deve ser usado com muito cuidado !!! 

Sintaxe : DEL [drive:][nomearq.ext] 

Ex.: DEL A:SCAN.EXE (Apaga o arquivo do drive “A” com o nome de scan.exe) 

        DEL A:*.* (Apagará todos os arquivos do drive “A”) 

        DEL A:*.BAT (Apagará todos os arquivo do drive “A” com a extenção .BAT) 

UNDELETE - Recupera arquivos que foram excluídos com o comando DEL. 

Sintaxe: UNDELETE [caminho] (especifica que o undelete deve recuperar todos os arquivos do diretório especificado, emitindo aviso de confirmação).

                  UNDELETE [unidade:][caminho] (especifica que o undelete deve recuperar todos os                    arquivos do drive e diretório especificado).                

                 UNDELETE [unidade:] (especifica que o undelete deve recuperar todos os arquivos do drive especificado). 

                 UNDELETE C:\*.BAT /ALL (especifica que o undelete deve recuperar todos os arquivos de extensão .bat do diretório principal da unidade C, sem emitir aviso solicitando a confirmação de cada arquivo). 

Parâmetros:  [unidade:][caminho]nome-de-arquivo (especifica a localização e o nome do arquivo ou conjunto de arquivos a serem recuperados). 

Opções: /LIST (lista os arquivos excluídos passiveis de recuperação, mas não os recupera). 

                 /ALL (recupera os arquivos excluídos sem emitir aviso solicitando a confirmação de cada arquivo. Se ja houver um nome-de-arquivo duplicado, esta opção tentará, em seguida, cada um dos caracteres a seguir, na ordem listada, até que o resultado seja um nome de arquivo único: #%&0123456789abcdefghijklmnopqrstuvwxyz.

OBS.: As sintaxe e opções aqui descritas são as mais utilizadas. 

Ex.: Recuperar os arquivos excluídos do diretório TEMP. 

                 UNDELETE Temp

                 UNDELETE C:\Temp

                 C:\Temp>UNDELETE 

* DELTREE - Apagará um diretório e todo o seu conteúdo (Arquivos e subdiretórios.) 

Sintaxe: DELTREE C: \paula 

            Aparecerá a seguinte mensagem: 

            Excluir diretório “c:\paula” e todos os seus subdiretórios?[S/N] 

            Se você pressionar (S), apagará todo o diretório, seus arquivos e subdiretórios.

            Se você pressionar (N), o precesso será interrompido.

COPY - a principal função de COPY é copiar um ou mais arquivos para outro diretório no mesmo disco ou para outro disco. 

Sintaxe : COPY [driveorigem:][nomearq.ext] [drivedestino:] 

onde : 

[driveorigem] é a letra do drive  (  A:,  B:,  ou  C:)  onde  se encontra o arquivo que você deseja copiar. 

[nomerq.ext] é o nome do arquivo que você deseja copiar.

[drivedestino] é o drive para o qual você deseja copiar o arquivo escolhido.

Veja os exemplos abaixo : 

Ex.: Copiar  o arquivo VIRLIST.TXT do drive A: para o drive C: 

COPY A:VIRLIST.TXT C:

Ex.: Copiar  o arquivo CLEAN.EXE do drive  A:  para  o  drive  C: trocando o nome para LIMPA.EXE.

       COPY A:CLEAN.EXE C:LIMPA.EXE

RENAME - [REN] - permite que se mude o nome de um arquivo ou  que  se movam arquivos   de  um   diretório para outro. 

Sintaxe para renomear: 

REN [drive:][nomevelho.ext] [nomenovo.ext] 

onde :

[nomevelho.ext] é o nome atual do arquivo que você deseja renomear.

[nomenovo.ext] é o novo nome que você deseja atribuir ao  arquivo em questão. 

Ex.: Mudar  o nome do arquivo aula.doc para turma.txt no drive A: 

REN A:AULA.DOC TURMA.TXT 

Ex.: Mudar  o nome do arquivo olho.prg para boca.prg no drive  em uso. 

 REN OLHO.PRG BOCA.PRG 

Sintaxe para mover arquivos : 

 REN  [drive:][\diretório1\nomerq.ext] [drive:][\diretório2] 

onde : 

[drive:][\diretório1] é o local onde se encontra(m) o(s) arquivo(s) que você deseja mover para  outro diretório. 

[drive:][\diretório2] é o local para onde você deseja mover  o(s) arquivo(s) escolhidos. 

Ex.: Mover  o arquivo CADTET.DBF do diretório \LOJA do  drive  C: para o diretório \TEXTO no        drive C: 

REN C:\LOJA\CADTET.DBF C:\TEXTO 

Ex.: Mover  todos os arquivos do diretório \AULA do drive C: para o diretório \TESTE do drive C: 

REN c:\aula\*.* c:\teste 

ATTRIB - permite que  se  estabeleça  níveis de proteção a um arquivo (atributo). 

Sintaxe : ATTRIB [drive:][nomearq.ext][+/-a][+/-r][+/-s][+/-h] 

 onde : 

 + --> coloca o atributo 

- --> retira o atributo 

[a] - marca de atributo.

[r] - impede que o arquivo seja alterado e visualizado.

[s] - identifica os arquivos de sistema e impede que sejam apagados ou alterados.

[h] - oculta um arquivo de forma a não aparecer no diretório. 

Ex.: ATTRIB ibmdos.com +h  --> ocultar  este arquivo. 

ATTRIB config.sys +r  --> impedir  a leitura e a exclusão do arquivo.

* SCANDISK - Analiza e corrige erros em uma unidade de disco.

                        Funciona em unidades compactadas ou não. 

Sintaxe:                  Scandisk [unidade:] (analiza a unidade especificada).                

                 Scandisk [unidade: [unidade: ...]/ALL] [/CHECKONLY /AUOFIX [/NOSAVE] /CUSTOM][/SURFACE][/MONO][/NOSUMMARY] (procura erros em   mais de uma unidade). 

                 Scandisk nome-do-volume [/CHECKONLY | /AUTOFIX [/NOSAVE] | /CUSTOM][/SURFACE] [/MONO] [NOSUMMARY]  (procura   erros   em  um arquivo de volume compactado que foi desmontado. 

                 Scandisk /FRAGMENT [unidade:][caminho]nome-de-arquivo (procura fragmentação  em  um  ou vários arquivos. 

                 Scandisk /UNDO [unidade-a-recuperar:] (recupera correções anteriormente efetuada. 

Parâmetros: unidade: (especifica a(s) unidade(s) que você deseja verificar e corrigir.                       

                 nome-do-volume  (especifica  o  nome  do   arquivo   de   volume   compactado   que   foi desmontado, o qual você deseja verificar  e    corrigir.  Ex. H:\DRVSPACE.OOO). 

                 [unidade:][caminho]nome-do-arquivo  (especifica  os  arquivos  nos   quais   você   deseja examinar a fragmentação). 

                                  unidade-a-recuperar: (especifica a unidade que contém o disco de recuperação). 

opções

                 /ALL (verifica e corrige todas as unidades locais).

                 /AUTOFIX (recupera   danos   sem   avizá-lo   antes.   Pode   ser   usado    com    as    opções /CHECKONLY OU /CUSTOM).

         /CHECKONLY ( procura erros em uma unidade, mas não os corrige. Não usar com as opções /AUTOFIX OU CUSTOM).

         /CUSTOM (executa o Scandisk usando as configurações na  seção  [CUSTOM}   do  arquivo SCANDISK.INI. Não usa com as opções /AUTOFIX ou /CHECKONLY. 

                 /MONO (configura o Scandisk para usar uma tela monocromática). 

                 /NOSAVE (instrui o Scandisk para excluir todos os grupamentos perdido que  encontrar  Pode ser usado apenas com a opção /AUTOFIX). 

                 /NOSUMMARY (evita que o Scandisk peça disco de recuperação caso encontre erros  e  evita também que exiba um resumo depois de examinar cada unidade.) 

                 /SURFACE (executa automaticamente o exame de superfície depois de  verificar  outras  áreas de uma unidade). 

Se o Scandisk encontrar um problema, exibirá uma caixa de diálogo Problema Encontrado contendo uma breve explicação do problema e o que acontecerá se você corrigi-lo. Normalmente estas caixas de diálogo contém os botões Corrigir, Não Corrigir e Informações.

Se você executar o Scandisk em uma unidade compactada montada ou desmontada, este perguntará se pode verificar a unidade hospedeira (física) primeiramente. Deve-se permitir esta verificação uma vez que um erro na unidade hospedeira pode provocar problemas na unidade compactada.

Se o Scandisk encontrar problemas e você escolher “Corrigir” , o Scandisk perguntará se você deseja que ele crie um disco flexível de recuperação que pode ser utilizado para restaurar o estado anterior do seu disco. A recuperação só é possível se você não tiver alterado o seu disco desde que as correções foram feitas. Para criar um disco de recuperação, insira um disco na unidade “A” ou “B”, em seguida escolha o botão “Unidade A” ou “Unidade B” quando a caixa de diálogo for exibida. 

Para corrigir problemas na unidade “C” digite:<